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São Cipriano no Catolicismo

São Cipriano, o feiticeiro, iniciou no catolicismo quando, ao casar-se com uma cristã, converteu-se à religião e à pregou por alguns anos em uma igreja local onde morava.

Cipriano foi católico até ser assassinado por conta de sua inegável fé em Jesus Cristo, sendo, anos mais tarde, considerado um mártir e canonizado como um santo da Igreja Católica.

Cipriano foi influenciado por um amigo cristão, chamado Eusébio, à se tornar católico, mas, o que foi crucial para a sua conversão foi a forma como ficou impressionado com a força que Deus teve contra os seus feitiços aplicados em Justina.

Foi nesse momento que Cipriano decidiu converter-se ao catolicismo e começar a praticá-lo em Nicomédia, que era onde morava naquele determinado ponto de sua vida e onde foi martirizado com Justina.

Á partir do século IX, o nome de Cipriano, juntamente com o nome de Justina, começaram à constar nos Martirológios, devido às suas histórias.

Os Martirológios são livros litúrgicos da tradição cristã que guardam o registo diário ou memórias do dies natalis dos mártires.

A contar dessa época, foram, também, aparecendo as orações de São Cipriano e suas poderosas simpatias e feitiços, utilizadas como fórmulas quase mágicas.

Deste núcleo, fez-se, aos poucos, o livro de São Cipriano, que hoje já conta com várias versões, mas que nada tem que ver com os dados históricos nem com a fé católica.

Este é São Cipriano no catolicismo.

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